Amo-te. Amo-te pelos teus olhos verdes, pelo teu sorriso tímido, pelos teus lábios macios. Amo-te pelo teu espírito aventureiro, pela tua atitude sempre tão prestável, pela tua paciência infindável. Amo-te pela tua pele bronzeada, pelos teus traços delineados, pela tua voz grave. Amo-te pelo teu apoio, pelo teu lado brincalhão, pelo teu lado sério. Amo-te por tudo, e amo-te por nada. Amo-te por isto, e amo-te por aquilo. Amo-te de manhã, ao entardecer e de madrugada. Amo-te com ou sem barba. Amo-te às vezes, de vez em quando, sempre. Mas porque te amo eu? Amo-te porque sim.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
I can't understand
É incrível como num segundo se está na maior, e no segundo a seguir se fica com o corpo desfeito, com a vida acabada. Acho que por mais que me questione, mesmo que viva mil anos, nunca hei-de compreender o porquê de todas as coisas más da vida. Porquê que tudo pode mudar num instante? Às vezes penso que tudo tem uma explicação, mas outras vezes não compreendo qual é a razão de certas coisas. Tenho medo, muito medo. O ser humano está sujeito a inúmeras coisas horríveis que podem acontecer a qualquer momento e a qualquer um, sem escolher idades ou feitios. Por isso é que cada vez mais entendo quem diz que devemos viver a vida ao máximo, como se cada dia fosse o último ... mas nunca saberemos qual será o último...
Até sempre, Angélico, Hélio,
e todos aqueles que partiram de uma forma tão trágica.
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